Era uma vez um rei sábio, senhor de uma grande cidade. Era temido pela sua força e amado pela sabedoria. No centro da cidade havia um poço cujas águas eram puras e cristalinas. Era o poço que matava a sede ao rei e a todos os habitantes da região. Certa noite, quando todos estavam a dormir, um inimigo entrou na cidade e derramou sete gotas de uma estranha poção nas águas do poço. Daí em diante, quem bebesse dali ficaria louco.
No dia seguinte, todos os habitantes mataram a sede, menos o rei. E começaram a dizer “O rei está louco, perdeu o juízo! Vede como se comporta de maneira estranha. Não podemos ser governados por um doido. Tem que ser destronado!”
O rei tremeu, temendo que os súbditos se levantassem contra ele. Uma noite, ordenou que lhe enchessem um cálice com a água do poço, e bebeu sofregamente. No dia seguinte, o povo festejou em júbilo, pois o rei tinha recuperado a razão.
No dia seguinte, todos os habitantes mataram a sede, menos o rei. E começaram a dizer “O rei está louco, perdeu o juízo! Vede como se comporta de maneira estranha. Não podemos ser governados por um doido. Tem que ser destronado!”
O rei tremeu, temendo que os súbditos se levantassem contra ele. Uma noite, ordenou que lhe enchessem um cálice com a água do poço, e bebeu sofregamente. No dia seguinte, o povo festejou em júbilo, pois o rei tinha recuperado a razão.

4 comentários:
De loucos todos temos de facto um pouco...
Parabéns pelo blogue.
Abraço
Obrigado e bem-vinda :)
Esta parabóla ajusta-se perfeitamente aos tempos actuais.Tudo é aquilo que não é,os loucos são os mentalmente sãos e os mentalmente sãos são os loucos.Carnaval e frenesim é o qie o povo quer,sempre acompanhado de umas boas doses de ignorância(travestida de sabedoria).
Bem visto, Skedsen.
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