
O Mais Fotogénico dos Assassinos
É do conhecimento comum que o Homem tem uma propensão natural, muito superior à das outras espécies, para ser predador de si próprio, para matar os seus iguais. Podemos comparar os homicidas de muitas maneiras: pelo número de vítimas, pela crueldade do acto, pelo móbil do crime, etc. Desta vez o critério será o índice de fotogenia. Logo à partida, afirmo que, de longe, Che Guevara é o assassino que fica melhor nas fotografias. Aliás, este homem tinha de facto um dom. Fosse dentro de um jipe, a conduzir uma motorizada ou a chefiar um pelotão de fuzilamento, tinha sempre boa imagem. E talvez seja essa a razão, porventura a única, de se ter tornado o maior mártir da juventude esquerdista. Nenhuma outra face vendeu tantas t-shirts como a dele. Nem bandeiras, nem cartazes e panfletos.
Vejamos primeiro outros candidatos.
Ted Bundy – Dura
nte os Anos Setenta violou, torturou e matou mais de 30 mulheres (ainda hoje não se sabe ao certo, o número pode chegar aos 200). As mulheres achavam-no bonito e, por isso, constituiu-se, quase espontaneamente, um clube de fãs. Era muito risonho e sociável. Geralmente ficava bem nas fotografias, excepto quando tinha ataques de fúria.
Adolf Hitler – Matou milhões, mas aquele bigode ridículo e olhar doentio não contribuíam em nada para a fotogenia. Tinha mais ar de cliente assíduo de sex shop ou club Sado-maso. Não há uma única fotografia em que ele fique bem.
José Estaline –
Foi o maior assassino da História. Se fosse pelo número de vítimas, o georgiano levava a taça dos campeões e ainda uma coroa de louros. Visualmente, tem sempre ar de padeiro, com aquele bigode farfalhudo ou de chefe dos correios de uma província do Interior.
Henry Kiss
inger – O mais camuflado dos assassinos em massa. De cada vez que a sua “diplomacia” entrava em acção, morriam milhões. E ainda recebeu o prémio Nobel da Paz.
Em todas as fotografias tem ar de banqueiro judeu.
Ernesto “Che” Gueva
ra – A sua “justiça revolucionária” não incluía qualquer pudor contra a pena de morte. Liderou julgamentos colectivos e sumários. Ele próprio chefiou inúmeros pelotões de fuzilamento. O número de vítimas ainda é incerto. Incentivou à guerrilha um pouco por todo o mundo, o que é o mesmo que dizer que incentivou ao derramamento de sangue em nome da utopia socialista. Os sonhos desfazem-se, mas a morte dos inocentes permanece.
Não há dúvida que é o mais fotogénico de todos os homicidas e daí podemos tirar a lição que a imagem conta muito. Uma única fotografia pode cativar muito mais do que a mais brilhante das obras literárias ou do que uma vida de boas acções. Por isso, até um assassino consegue ser mais popular do que o Ghandi.


Vejamos primeiro outros candidatos.
Ted Bundy – Dura
nte os Anos Setenta violou, torturou e matou mais de 30 mulheres (ainda hoje não se sabe ao certo, o número pode chegar aos 200). As mulheres achavam-no bonito e, por isso, constituiu-se, quase espontaneamente, um clube de fãs. Era muito risonho e sociável. Geralmente ficava bem nas fotografias, excepto quando tinha ataques de fúria.
Adolf Hitler – Matou milhões, mas aquele bigode ridículo e olhar doentio não contribuíam em nada para a fotogenia. Tinha mais ar de cliente assíduo de sex shop ou club Sado-maso. Não há uma única fotografia em que ele fique bem.José Estaline –
Foi o maior assassino da História. Se fosse pelo número de vítimas, o georgiano levava a taça dos campeões e ainda uma coroa de louros. Visualmente, tem sempre ar de padeiro, com aquele bigode farfalhudo ou de chefe dos correios de uma província do Interior.Henry Kiss
inger – O mais camuflado dos assassinos em massa. De cada vez que a sua “diplomacia” entrava em acção, morriam milhões. E ainda recebeu o prémio Nobel da Paz.Em todas as fotografias tem ar de banqueiro judeu.
Ernesto “Che” Gueva
ra – A sua “justiça revolucionária” não incluía qualquer pudor contra a pena de morte. Liderou julgamentos colectivos e sumários. Ele próprio chefiou inúmeros pelotões de fuzilamento. O número de vítimas ainda é incerto. Incentivou à guerrilha um pouco por todo o mundo, o que é o mesmo que dizer que incentivou ao derramamento de sangue em nome da utopia socialista. Os sonhos desfazem-se, mas a morte dos inocentes permanece.Não há dúvida que é o mais fotogénico de todos os homicidas e daí podemos tirar a lição que a imagem conta muito. Uma única fotografia pode cativar muito mais do que a mais brilhante das obras literárias ou do que uma vida de boas acções. Por isso, até um assassino consegue ser mais popular do que o Ghandi.



0 comentários:
Postar um comentário